Após essa ponderação, Lula defendeu uma reforma política e no Judiciário. "Não é possível a gente continuar com a promiscuidade política do jeito que está, com o Congresso com 50% do orçamento da União", criticou.
Ele também disse que os parlamentares "tomaram conta das agências de regulação" e que os partidos estão tomados por "interesses corporativos". "Você tem que mudar tudo isso para o País voltar a ter um País em que o presidente governa, o Legislativo legisla e o Judiciário julga. Também precisamos de uma reforma no Judiciário."
O petista avaliou que a reforma não será feita com facilidade, mas disse que é o único candidato capaz de fazê-la. "Eu estou disposto a estabelecer uma nova conversação (política)", afirmou.
(Com Agência Estado)
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