"A companhia adota a política de tolerância zero para ações e atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com as investigações", concluiu a companhia aérea.
Até a publicação deste texto, a reportagem do Estadão tentou contato com a defesa dos suspeitos, mas sem sucesso. Este espaço segue aberto a manifestações.
Segundo as investigações, ele levava para motéis menores de idade com documento falso. Uma mulher de 55 anos também foi presa acusada de aliciar as próprias netas.
Piloto há cerca de 30 anos, ele foi preso na última segunda-feira, 9, após ser retirado da aeronave no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, Lopes participa do esquema de pornografia infantil e estupro de vulnerável há ao menos oito anos. Ele teria "comprado" três meninas de 10, 12 e 14 anos, netas de Denise Moreo, de 55 anos. Ela também foi presa durante a operação.
A delegada Ivalda Aleixo, diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação afirmou em coletiva que "quando ele tinha contato físico com as crianças, ele as estuprava". Lopes usava documentos falsos para conseguir levar crianças e adolescentes a motéis.
(Com Agência Estado)
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