"Nos quatro governos do PT que começaram e terminaram o mandato (o ministro disse descontar o quinto por conta do impeachment da ex-ministra Dilma Rousseff), a gente sempre respeitou os contratos", salientou Haddad. "Um governo de direita erra e a gente conserta respeitando o contrato. É assim que a gente procura consertar os erros: levando em consideração que aquela decisão que foi tomada produziu efeitos jurídicos que precisam ser respeitados."
Ele afirmou que o desrespeito aos contratos traz mais prejuízos do que ganhos para uma economia séria e, por isso, o governo analisa os acordos sempre dentro da lei. Como exemplo, citou a inspeção veicular em São Paulo, que classificou como um "papa-níquel" e ineficaz para melhorar a qualidade do ar. Disse que, ao assumir, optou por não rescindir o contrato vigente, mas, apesar da pressão para renová-lo, decidiu apenas cumprir o prazo e não prorrogá-lo ao final.
Haddad estendeu a posição dele não apenas à Sabesp, mas também a demais contratos de concessão assinados no governo Tarcísio.
(Com Agência Estado)
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