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Brasil Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 16:30 - A | A

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 16h:30 - A | A

Flávio Bolsonaro dará palavra final sobre candidatura de Cláudio Castro ao Senado pelo PL

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Aliados do ex-governador Cláudio Castro (PL) e integrantes do PL do Rio de Janeiro avaliam que a candidatura do ex-chefe do Executivo fluminense ao Senado ganhou mais um "empecilho" para se concretizar após a operação da Polícia Federal, mas não descartam a manutenção do nome dele "até que se tenha mais elementos da investigação".

Somada ao imbróglio jurídico pela condenação na Justiça Eleitoral - Castro está inelegível até 2030 por decisão do TSE - a operação desta sexta-feira, 15, contra o ex-governador reforça uma corrente do PL que defende outros nomes para a disputa, como o do deputado federal Carlos Jordy e do senador Carlos Portinho.

Preterido pelo partido na disputa, Portinho se coloca como alternativa ao ex-governador investigado. O senador já deixou claro ao presidente do diretório estadual do PL, deputado Altineu Côrtes, o desejo de disputar a reeleição. A decisão será do clã Bolsonaro.

A corrente do PL contrária ao nome de Castro defende que o senador "não vai abraçar mais um ponto de desgaste para a campanha presidencial" após virem à tona os áudios que revelaram uma conexão entre o Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Outro deputado do PL já aposta que o partido pode optar por apoiar um nome de fora do partido, como o ex-secretário de Polícia Civil do Rio Felipe Curi, pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo PP.

Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.

'Ambiente propício'

Os investigadores da Polícia Federal à frente da Operação Sem Refino apontam que o ex-governador do Rio atuou para criar um "ambiente propício" ao Grupo Refit, apontado como o maior sonegador de impostos do País, e perpetuar fraudes fiscais bilionárias no setor de combustíveis. Segundo a PF, o então governador teria articulado um refinanciamento desenhado para atender aos interesses da Refit, com potencial para reduzir em até 95% a dívida da empresa com o Estado.

(Com Agência Estado)

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