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Brasil Segunda-feira, 20 de Julho de 2026, 15:00 - A | A

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2026, 15h:00 - A | A

Em convenção do PSD, Paes chama grupo de Cláudio Castro de 'organização criminosa'

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O PSD confirmou o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes como candidato ao governo do Estado em convenção na capital fluminense na manhã desta segunda-feira, 20. Apoiado por partidos do centro à esquerda, Paes criticou a gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL) e afirmou que o Rio vive uma "crise política, moral e institucional" causada por uma "organização criminosa".

"Essa crise política, moral e institucional, impacta diretamente a vida da população e tem como resultado um Estado com alguns dos piores indicadores de todo o Brasil. Um Estado que teve os seus cofres saqueados. Roubaram muito", afirmou Paes.

Procurado pelo Estadão, o ex-governador do Rio ainda não se pronunciou.

O ex-prefeito criticou a gestão Castro e afirmou que "o certo seria chamar o grupo político" do ex-governador de "organização criminosa".

"Talvez, o certo não seria chamar de grupo político, mas de organização criminosa. É isso o que tem mostrado sucessivas investigações e operações policiais. A responsabilidade por tudo isso é do grupo político que tomou de assalto o governo do Estado. O governador cassado, o presidente da Alerj, que seria meu adversário, preso por ligações com o crime organizado, com o Comando Vermelho (CV)", disse Paes.

O presidente do PSD no Rio, deputado Pedro Paulo, foi oficializado candidato ao Senado e a advogada Jane Reis (MDB) como candidata a vice-governadora.

Jane é irmã do ex-prefeito de Duque de Caxias Washington Reis, presidente estadual do MDB.

Segurança Pública

Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Paes afirmou que o Estado precisará do apoio federal para conter as organizações criminosas e que a política de segurança pública será orientada por dados e estratégia.

"Nós estamos falando de segurança orientada por dados, estratégia, tecnologia, polícia guiada por evidência, não por política, comandos escolhidos por critério técnico e não por indicação política", disse.

(Com Agência Estado)

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