"A escola austríaca é muito interessante. E o keynesianismo estimula a intervenção excessiva do Estado. Eu sou contra a intervenção excessiva do Estado", afirmou o candidato. "Para mim, o Estado tem que ser mínimo, mas ele não tem que ter a ausência de Estado como o Javier Milei prega, e ele nem está conseguindo", acrescentou.
Cury disse que considera ideal um Estado "responsável fiscalmente", enxuto e capaz de acelerar processos, como a concessão de licenças.
Segundo ele, a administração pública também deveria estabelecer indicadores de eficiência para diferentes setores.
"O ideal seria um Estado responsável fiscalmente, um Estado enxuto, um Estado rápido, com licenças mais rápidas, e ao mesmo tempo que tem indicadores de eficiência nos mais diversos setores", disse o candidato do Avante.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.










