Dagmar Grimm Streger foi vista pela última vez em 19 de dezembro, mas as buscas se iniciaram no dia 22, três dias depois. Um casal que atuaria como caseiros de Dagmar, suspeitos de cometerem o crime, foi preso de forma temporária.
Conforme a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP), a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Bauru investiga o caso como latrocínio e ocultação de cadáver.
"Exames foram requisitados ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para confirmação da identidade (da vítima) e para auxiliar no esclarecimento dos fatos", informou a pasta. "As diligências prosseguem", acrescentou.
No local, foram apreendidos documento de identificação e cartão bancário em nome da vítima.
As motivações do crime ainda não estão esclarecidas. Em entrevista à TV TEM, afiliada da Rede Globo na região, o delegado Luciano Faleiro Rezende informou que Dagmar havia doado um terreno para o casal, recomprou este terreno e deu um veículo para os suspeitos. "São as informações que temos até o momento", disse.
Ainda de acordo com o canal de TV, o corpo da idosa foi localizada após dias seguidos de escavação do poço, que é antigo e já estava desativado. Para isso, foi necessário demolir uma estrutura do imóvel de Dagmar. Cerca de 27 metros de profundidade foram escavados para a localização do cadáver.
O coordenador da Secretaria de Obras de Bauru, Téo Zacarias, explicou que a casa estava limitando os trabalhos de remoção da terra. "Tentamos preservá-la (a casa), mas chegamos à conclusão de que a demolição era inevitável", explicou.
Ainda segundo as investigações, os suspeitos teriam jogado uma série de sacos de adubo para tentar disfarçar o odor do corpo em decomposição.
(Com Agência Estado)
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