Caiado disse que, como presidente, cobraria a mesma postura de qualquer chefe de poder diante de situações semelhantes às que hoje afetam o Supremo. Ele defendeu que a resposta seja "tomada imediatamente" quando a autoridade moral de uma instituição é colocada em xeque. "O problema todo é quando você quebra a autoridade moral. É quando você faz com que a população não acredite nos poderes constituídos", afirmou.
O candidato relacionou a estabilidade democrática ao respeito às regras e à "liturgia do cargo". "A diferença entre a democracia e a barbárie é que a democracia tem regras", disse, acrescentando que o envolvimento em escândalos "descredencia" o ocupante de um cargo público a exercer sua função.
Sobre o Judiciário, Caiado afirmou acreditar que o Supremo vive hoje esse momento de fragilidade institucional. "Precisa dar uma satisfação à população", declarou, defendendo que eventuais defesas de ministros da Corte sejam feitas fora do próprio tribunal e que Senado Federal e Justiça Comum sigam avançando nas investigações relacionadas à crise do Banco Master.
(Com Agência Estado)
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