O presidente criticou o que chamou, de forma irônica, de "TSE Futebol Clube". Sem mencionar quais falhas ele considera haver no sistema de votação, disse que a desconfiança serve para aperfeiçoar os equipamentos. Criticou, ainda, a atitude dos ministros da Corte, que, segundo ele, cometem "absurdos". "Virou lá um grupo fechado. O que se fala é lei", disse.
Bolsonaro voltou a defender o "voto auditável", relembrando a proposta do governo pela adoção do voto impresso, derrotada no Congresso no ano passado. Em seguida, ponderou que Alexandre de Moraes deve ter feito a declaração sobre prender quem desconfiasse das eleições "em um momento de cabeça quente". "Prezado e querido ministro Alexandre de Moraes, você não vai cumprir sua palavra, não é?".
O presidente também voltou a criticar o WhatsApp, que se comprometeu a aguardar o segundo turno das eleições para disponibilizar no País uma ferramenta que permite a criação de grupos com milhares de pessoas. Disse que se trata de interferência "clara" na liberdade de expressão, e reforçou que deve se encontrar com o CEO da plataforma para discutir o assunto.
(Com Agência Estado)
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