Bolsonaro está internado desde o dia 13 de março, em tratamento para pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração, condição em que conteúdo gástrico ou secreções alcançam as vias respiratórias e provocam infecção pulmonar. Na ocasião, o ex-presidente apresentou febre, vômitos e queda na saturação de oxigênio.
O médico cardiologista Brasil Caiado afirmou que essa foi a "maior pneumonia que Bolsonaro já teve".
A equipe médica trabalha com a estimativa de que o período total de internação chegue a cerca de 14 dias, a depender da resposta ao tratamento.
No sábado, 21, Bolsonaro completou 71 anos de idade, em meio à pressão para que seja transferido para prisão domiciliar. O ex-presidente recebeu parabéns e mensagens de familiares e apoiadores na porta do hospital.
Bolsonaro está preso no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder após as eleições de 2022.
Na segunda-feira, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou a favor da concessão de prisão domiciliar para Bolsonaro. A decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) que condenou o ex-presidente da República.
Moraes havia solicitado parecer de Gonet após a internação do ex-presidente.
Na avaliação da Procuradoria-Geral da República, "está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro".
(Com Agência Estado)
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