Pelo sistema de som, locutores do evento disseram que motoristas teriam sido ameaçados de prisão caso permanecessem nos veículos. Um deles reagiu à abordagem: "Se alguém se machucar hoje, a polícia será responsável. Não vai descer do carro."
O secretário nacional de Organização do PT, Laércio Ribeiro, afirmou que a campanha ajustou todos os detalhes com a prefeitura e com a polícia antes do ato e que é "surpreendente" a ação da PM. "Agora, de forma surpreendente, a polícia encosta aqui no caminhão ordenando que o motorista siga a caminhada sem a chegada do presidente da república, sem a chegada do Haddad, da Marina e da Tebet", questiona o secretário.
Laércio afirma ainda que o partido tem vídeo de um policial ameaçando o motorista de um dos caminhões de prisão, caso ele não deixasse o local.
O Estadão acionou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e, até a publicação deste texto, ainda aguardava posicionamento. Este espaço segue aberto.
O episódio ocorre após o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) autorizar a realização da caminhada na região. A decisão condicionou o ato à preservação do fluxo viário e ao cumprimento das orientações da PM e da CET.
(Com Agência Estado)
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