Arquivo Pessoal |
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Estamos na segunda etapa da eleição. Dois Presidenciáveis disputam administrar a Nação Brasileira. A responsabilidade é do mais alto grau - reforçar o que de bom foi feito - continuar os caminhos de acesso a formação universitária. Valorizar o ensino básico dando outra dimensão à educação. Reconduzir professores ao reconhecimento da sociedade dando-lhes condições de elevar o gabarito profissional, dar real poder aquisitivo compatível com a distinção que a profissão exige
Retomar o que foi perdido, reformular caminhos e conceitos caídos no descrédito. Já temos consciência de como um deles se comporta como administrador do país. Outro, como administrou um Estado. As proporções diferem principalmente no plano econômico.
O grande desafio é trazer o Brasil, segundo os entendidos em economia, a competitividade da indústria gerando trabalho para a população. Esta, a população, também precisa entender que é pelo seu trabalho que a roda do desenvolvimento vai girando e alavancando o seu conceito como povo.
Não se pode exigir que os Governos ajam de forma a atender todos os desejos do povo, que extrapolem seus deveres e obrigações.
A exigência nossa é que o Poder Público não desvirtue o erário público e assim tenha condições de cumprir a obrigação constitucional de suprir as necessidades primordiais da população para que as pessoas possam viver com dignidade dentro do território do país.
A corrupção é um vírus que terá que ser banido pela educação, desde cedo. A corrupção estimula aquisição de status da forma fácil, debilitando o caráter.
Retira do cidadão de bem, o respeito aos Poderes Constituídos que porventura tenham sido infectados pela corrupção, justo procedimento! Uma perda para o conceito de NAÇÃO.
A importância dada aos Poderes Constituídos devem-se somar à percepção prazerosa da vivência em liberdade, dádiva de uma Democracia. A corrupção, empana essa conquista.
Reconheço que dizer tudo isso é muito fácil, o difícil é saber como, governo e população ,podem encontrar o rumo certo.
O poder que não se renova, cai no endeusamento, no absolutismo, na visão impermeável aos erros. Vemos que todos os mandatos longevos, vão abstraído erros passados e caindo no auto conceito de ser irrepreensível .
A responsabilidade civil e natural é obrigação do ESTADO. Não sei se está correta a interpretação que fiz de um texto que li. A tentação exercida por tal afirmação como certa...
* MARIA LYGIA B. GARCIA é poetisa, escritora, ex-primeira-dama de Mato Grosso e de Cuiabá e escreve para HiperNotícias.
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