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Artigos Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 08:46 - A | A

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 08h:46 - A | A

MARA NASRALA

E depois do parto, quem cuida da mãe?

MARA NASRALA

A chegada de um bebê é um momento único, muitas vezes idealizado como mágico, e de fato pode ser. Mas também é um período marcado por dores, inseguranças, privação de sono, alterações hormonais e uma enorme pressão emocional. No meio de tudo isso, a mulher que acabou de parir, e que está passando por uma intensa transformação física e mental, frequentemente se vê invisível. 

A sociedade costuma olhar para o recém-nascido com toda a atenção, o que é justo, mas acaba deixando de lado a mulher que agora precisa se refazer. Não só se recuperar fisicamente, mas se reconhecer em um novo corpo, em uma nova rotina, em uma nova identidade. O puerpério, muitas vezes romantizado, pode ser um momento solitário e silenciosamente doloroso.

Cuidar da mãe no pós-parto vai muito além de visitas ou presentes. Envolve escuta, empatia, apoio prático e orientação profissional. Muitas mulheres enfrentam dificuldades para amamentar, lidam com dor, cicatrizações delicadas, alterações de humor, dúvidas sobre seu desempenho como mãe, tudo isso enquanto tentam manter o bebê saudável e protegido.

Por isso, o cuidado com a saúde da mulher no pós-parto deve ser prioridade. E ele precisa acontecer onde a mãe está, em casa, muitas vezes sem energia para sair, sem rede de apoio, com medo de expor o bebê a ambientes hospitalares.

Por isso, contar com os serviços de atendimento domiciliar, como o Help em Casa, pode fazer toda diferença. Ao levar médicos e estrutura básica até o lar da puérpera, esse tipo de assistência respeita o ritmo e as limitações do pós-parto, oferecendo apoio técnico com acolhimento e humanidade.

Não se trata apenas de conveniência, trata-se de segurança, de conforto, de cuidar de quem cuida. Quando uma mãe é bem assistida, ela tem mais condições de oferecer ao seu filho o que ele precisa nos primeiros e mais delicados dias de vida. Além disso, esse tipo de cuidado reduz a exposição da mãe e do recém-nascido a ambientes hospitalares e proporciona uma recuperação mais segura, tranquila e respeitosa.

(*) MARA NASRALA é Diretora Executiva da Help Vida.

 

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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