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Isso também acontece com as unidades de saúde, só que a certificação chama-se Acreditação e é feita pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Um hospital Acreditado ou em processo de Acreditação segue protocolos adotados mundialmente por instituições de saúde para garantir a qualidade e a segurança da assistência por meio de padrões previamente definidos. Não é uma forma de fiscalização, mas um programa de educação continuada, ou seja, tudo é avaliado o tempo todo para garantir a melhoria na qualidade e segurança no atendimento.
São três níveis de Acreditação. O Nível 1 significa que aquele hospital atende ao princípio de “segurança do paciente “. O Nível 2 é o ‘Acreditado Pleno’, que significa que além de cumprir o Nivel 1, tem Gestão integrada, envolvendo o acompanhamento das barreiras de segurança definidas, dos principais processos desenhados e dos protocolos implantados.
E por último o Nível 3, que é o ‘Acreditado com Excelência ‘(Nível 3), ou seja atingiu a “excelência em gestão”, já que atende os requisitos dos outros 2 níveis. A excelência é dinâmica, é um acompanhamento e busca constante.
Tudo isso é bonito de falar, mas para que serve a Acreditação na prática? Hospitais acreditados por seguirem padrões e rotinas estabelecidos internacionalmente garantem a segurança do paciente, como um simples ato de lavar as mãos antes de atender o paciente, o que diminui o índice de infecção hospitalar e até mesmo o tempo de permanência na unidade de saúde, por exemplo.
O que a população precisa entender é que a escolha da unidade de saúde deve se dar pela segurança que ela oferece, além da resolução do seu problema. Não simplesmente por ele ser o mais próximo de sua casa. Um hospital acreditado oferece mais segurança para os pacientes e segue protocolos que podem evitar demoras, contaminação, ou procedimentos errôneos.
Uma instituição com selo de Acreditação significa um serviço diferenciado, com maior qualidade e segurança para seus usuários, e a redução de despesas decorrentes de práticas erradas.
Ser acreditado é seguir uma padronização sempre se preocupando com a qualidade em tudo o que faz para evitar a ocorrência de danos à saúde.
* ROSEMARE DE MORAES MACIEL FREITAS é enfermeira e consultora de qualidade na empresa Mac in Health.
Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br
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Carlos Nunes 05/05/2014
Para resolver o problema da Saúde no Brasil, a partir de 2015, o novo presidente da república tem que tornar todos os cursos da área da Saúde (medicina, farmácia, odontologia, enfermagem e outros) 100% gratuítos, incluindo a gratuidade de todo o material de estudo. Tem que começar a fazer no último ano do 2º grau, uma espécie de "teste vocacional", em todo o Brasil, para selecionar estudantes que realmente tenham vocação para a área médica, pois medicina é igual sacerdócio - tem que ter Vocação. Aí a partir do momento em que os estudantes fossem concluindo os cursos da área da Saúde, para pagar os custos dos cursos, começariam a prestar gratuitamente serviços no SUS, pelo menos meio expediente, por tempo determinado. O mesmo processo seria adotado para todas as especializações na área da Saúde, futuramente. Isso seria investir MAÇIÇAMENTE nas áreas da Educação e da Saúde; e daqui a uns 6 anos (no mínimo) já começaria a mudar a situação da Saúde no país, com muito mais recursos humanos disponíveis. MAS...TUDO ISSO só a partir de 2015, com novo presidente da república, novo governador, e renovação do Congresso Nacional e da Assembléia Legislativa. Para a turma atual no poder a prioridade número 1, nacional e estadual, é só COPA 2014 - o circo passageiro mais caro do mundo. Aonde a FIFA, uma instituição privada capitalista, veio com uma conversa mole prá boi dormir e até agora já conseguiu: 1) mudar as nossas leis a seu favor e de seus patrocinadores; 2) sem meter a mão no próprio bolso para nada, fazer a turma toda trabalhar com dinheiro público para montar todo o Circo (as Arenas); 3) e vai sair com um lucro superior a 5 BILHÕES - resta saber: Em qual região do país, daquela bem carente, bem pobre, esses 5 BI vão fazer uma falta danada. Naturalmente esses 5 BI dariam para revolucionar a Saúde em algum município - isso se não houvesse roubalheria, não aparecessem sanguessugas, mensaleiros, e outros.
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