Domingo, 31 de Agosto de 2025
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,44
euro R$ 6,36
libra R$ 6,36

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,44
euro R$ 6,36
libra R$ 6,36

Artigos Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014, 09:20 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014, 09h:20 - A | A

É o novo? Que novo?

É muito triste quando vemos que o futuro é mais velho que o passado, mais ignorante que os antecessores

JOÃO EDISOM


Facebook

A primeira semana da campanha eleitoral gratuita na TV e no rádio, somada as mídias eletrônicas e redes sociais, parece mais uma piada de mau gosto. Há um abuso da palavra “novo” para velhas práticas. Um monte de lixo publicitário retrógrado, ufanista e mentiroso; um show de horrores para quem pretende representar alguém em alguma coisa.


Candidatos jovens submetendo-se a velhas raposas. Equipes de gente de pouca idade, analfabeta do ponto do estudo e do conhecimento da cultura, dos aspectos sociológicos e das estruturas sociais, não passam de “tecladores” com um largo sorriso no rosto e uma burrice fustigada no cérebro tentando de todas as formas fazer valer seus pseudos mal feitos como se fossem novidade ou um “novo” jeito de fazer política.

Jovens por fora, velhos por dentro. Vazios de conhecimento e contribuindo para o analfabetismo político e o aumento do desprezo das pessoas a política que assola o país. É muito triste quando vemos que o futuro é mais velho que o passado, mais ignorante que os antecessores.

Os aparelhos de TV e de rádio vão sendo desligados quando começa o programa eleitoral, mas por quê? Simples: o povo cansa das “idiotices” apresentadas. As pessoas se apresentam sem criatividade, sem conteúdo, sem estratégias e sem capacidade de convencimento. É tudo muito oco, vazio em pleno século XXI. Estudar pelo menos deveria ser uma obrigação de quem quer representar alguém.

As redes sociais e as mídias eletrônicas estão um escracho. Falta tudo dos santinhos eletrônicos as colunas sociais; candidato agarrado no povo, na reunião, no comício, na feira... Onde fica o “desconfiometro”, senhores? Hipocrisia eletrônica vergonhosa, conteúdos ocos, vazios e velhos aplicados em um instrumento pós-moderno. É isso que vocês sabem fazer com a internet?

A propaganda eleitoral deveria ser proibida por um tempo, ou pelo menos até as pessoas adquirirem um pouco mais de conhecimento ou, no mínimo, respeitarem os conhecimentos da ética, da moral, da sociologia, da ciência política, da psicologia e da filosofia... Estudar as regras dos estados em que estão pleiteando um cargo ou, no mínimo, estudar o cargo e suas funções para parar de fazer e falar tanta besteira.

É feio de ver. É horrível de ouvir e vergonhoso para nosso estado apresentar aos demais o show de asneiras e ainda usando termos como “novo” para tão velhas práticas. Por isso serão novamente eleitos aqueles que comprarem o maior número de lideranças. Mas esta prática é feita desde o início do século passado.

É triste é decepcionante ver gente tão jovem por fora com práticas tão velhas por dentro. São tantas coisas da mesma que esmorecemos; desanimamos.

*JOÃO EDISOM DE SOUZA é analista político, professor universitário em Mato Grosso e colaborador de HiperNotícias.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Carlos Nunes 27/08/2014

Pois é, políticos que já tiveram vários mandatos e não fizeram muita coisa, pois se fizessem realmente a Saúde, a Educação, a Segurança, etc. estariam uma maravilha...agora estão prometendo que, no próximo mandato, vão fazer. Ninguém mais acredita nessa conversa mole prá boi dormir, não fizeram e nem vão fazer. Para aperfeiçoamento do processo democrático: novo presidente, novo governador, renovação do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas. Seria bom que nós, os eleitores, ZERASSEMOS TUDO...começassemos com novas pessoas nos representando, com novas idéias, acabando com o círculo vicioso existente. O bom da democracia é que...se essas novas pessoas não derem conta do recado, ou não corresponderem às expectativas...poderão ser todas DEMITIDAS, através do voto, em 2018. Seria bom que o novo presidente da república determinasse a Receita Federal que acompanhasse a evolução patrimonial dos novos eleitos - quanto tem de patrimônio atualmente, e quanto terão quando terminarem o mandato. Já teve pessoa que, quando entrou na política não tinha NADA, e quando terminou o mandato já era MILIONÁRIA. Tem que acabar com essa pouca vergonha.

positivo
0
negativo
0

1 comentários

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros