O senador Wellington Fagundes (PL) reconheceu ao HNT TV Entrevista que a fraude do INSS começou no governo de Jair Bolsonaro (PL), mas manteve a postura defensiva ao ex-presidente, afirmando que os escândalos financeiros aumentaram na gestão do presidente Lula (PT). Ele fez referência direta ao Banco Master, aos supostos envolvimentos de Lulinha, filho mais velho do presidente e ao irmão do petista, José Ferreira da Silva, nos golpes contra aposentados.
Para Wellington, os episódios sujam a reputação do país no mercado financeiro, sendo ameaças à economia. O senador também criticou a condução de Lula sobre a fraude do INSS, ao determinar que os ressarcimentos utilizem dinheiro do próprio órgão.
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"Isso coloca em risco a previdência brasileira. Imagine para essas pessoas que contribuíram, quebrar a previdência como praticamente os Correios estão quebrando. Agora tem que arrumar bilhões e bilhões para recuperar os desvios que aconteceram por incompetência da gestão do governo. Agora, o Banco Master. Isso pode desequilibrar o sistema financeiro brasileiro", falou Wellington Fagundes ao podcast.
Segundo a Polícia Federal, as fraudes em aposentadorias e pensões chegam a R$ 6,3 bilhões. Lulinha embarcou na polêmica após uma empresária ligada a ele ser citada como uma das pessoas que tomaram empréstimo do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como 'careca do INSS'. Já o irmão de Lula, José Ferreira ou 'Frei Chico', é diretor vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) que foi alvo de operação da PF no âmbito da fraude.
"Nesses casos, vamos falar da economia primeiro. Claro que é cíclico, mas aumentou demais neste governo", disparou o senador.
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