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Polícia Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020, 16:15 - A | A

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020, 16h:15 - A | A

SANDRO LOUCO SERIA MANDANTE

Secretário "aconselha" delegado a investigar áudio sobre morte de traficante no Renascer

LUIS VINICIUS
DA REPORTAGEM

O secretário de Segurança Pública (Sesp), Alexandre Bustamante, mandou um recado ao delegado Marcel Gomes de Oliveira que investiga a morte de Edson Gonçalves de Jesus, mais é conhecido como “Disson”, executado em Cuiabá. Em entrevista, na manhã desta quarta-feira (28), o chefe da pasta disse que se fosse a autoridade policial levaria em consideração os áudios que circularam nas redes sociais após a morte. O conteúdo aponta o líder do Comando Vermelho (CVMT), Sandro da Silva Rabelo, o “Sandro Louco”, como o mandante do crime.  

Reprod/ Montagem

Disson

 

Disson foi executado no fim da manhã de sexta-feira (23), no bairro Renascer, em Cuiabá. A vítima, que era conhecido como um dos maiores traficantes, estava em um veículo Pajero e foi “fechado” pelos assassinos que estavam em um veículo Renault Duster. Em seguida, os criminosos sacaram armas e executaram o homem.  

Depois do assassinato, áudios começaram a circular nas redes sociais apontando que, dias antes do crime, Disson teria batido no carro do filho de um pastor evangélico, que é muito querido na região. Depois do desentendimento, o traficante iniciou uma discussão e quebrado uma garrafa de Whisky na cabeça do dono do carro.  

Depois da suposta agressão, o pastor procurou Disson para tentar apaziguar a situação. Entretanto, o traficante teria ameaçado ele.

Após a ameaça, o líder religioso comentou o fato com uma amiga. Então, a mulher procurou dois membros do Comando Vermelho que relataram o caso ao Sandro Louco. Diante disso, o líder do grupo criminoso teria ordenado a morte de Disson.  

Ao ser questionado, na manhã desta quarta-feira (28), se o conteúdo do áudio será investigado, Bustamante disse que se fosse o delegado “levaria em conta”.  

Alan Cosme/HNT/HiperNoticias

Alexandre bustamante

Alan Cosme/HNT/HiperNoticias

“Tem um delegado que está presidindo o inquérito e eu não sei se ele vai levar em conta (o conteúdo dos áudios). Se eu fosse o delegado, que estivesse presidindo a investigação, eu levaria em conta (os áudios)”, disse Alexandre Bustamante aos jornalistas.  

A reportagem entrou em contato com o delegado Marcel Gomes de Oliveira, mas as nossas ligações não foram atendidas. 

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