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Polícia Quinta-feira, 09 de Abril de 2026, 11:38 - A | A

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Quinta-feira, 09 de Abril de 2026, 11h:38 - A | A

PENTÁGONO III

Polícia diz que criminosos investiram R$ 3,5 mi para fechar Confresa; "chefão" morreu em confronto

Gerência de Combate ao Crime Organizado detalha planejamento de cinco meses, uso de veículos blindados e condenações que chegam a 57 anos de prisão para os envolvidos

BIANCA MORTELARO/SILVÉRIO ALMEIDA
Da redação/Do local

Três anos após a deflagração da Operação Pentágono, a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) concluiu as investigações sobre o ataque à transportadora de valores ocorrido em Confresa, em 9 de abril de 2023, considerado um dos crimes mais violentos já registrados em Mato Grosso, na modalidade conhecida como “domínio de cidades”.

A terceira fase da operação, realizada nesta quinta-feira (9), terminou com o cumprimento de 97 ordens judiciais, sendo 27 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão, além de bloqueio de 40 contas bancárias. 

Na época do crime, cerca de 30 criminosos fortemente armados sitiaram o município durante aproximadamente 1 hora e 30 minutos, utilizando veículos blindados e armamento de grosso calibre, incluindo fuzis .50 e explosivos. O principal alvo da ação foi uma unidade da empresa Brink’s.

As apurações apontaram que o crime foi planejado ao longo de pelo menos cinco meses. Durante esse período, o grupo criminoso utilizou imóveis alugados na cidade de Redenção (PA) como base de apoio para armazenar veículos blindados e equipamentos utilizados na ação.

Na segunda fase da operação, os investigadores avançaram na identificação dos veículos empregados no ataque, que haviam sido locados no estado de São Paulo e possuíam dispositivos de rastreamento, o que contribuiu para o aprofundamento das investigações.

De acordo com o Delegado Gustavo Belão, titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), estima-se que o financiamento direto para a atividade criminosa foi de R$ 3,5 milhões de reais. Até o momento, cinco criminosos foram condenados, com penas que variam de 27 a 57 anos de prisão.

LEIA MAIS: Polícia Civil cumpre 97 ordens contra grupo do maior roubo da história de MT; vídeo

“Eles tiveram outros prejuízos, mas o que a gente consegue definir é que praticamente diretamente foi colocado aí eh esse valor de 3 milhões e meio de financiamento para essa atividade criminosa. E um desses caras que financiou, é esse cidadão aí [Francivaldo Moreira Pontes]", afirmou  o delegado.

Apontado como um dos financiadores do crime, Francivaldo, que utilizava outros nomes, morto durante o confronto com a polícia, é um criminoso conhecido desde 2007 por roubos a bancos e carros-fortes. Ele foi localizado em uma ilha distante no Pará em 2024.

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