O deputado Emanuel Pinheiro fez questão de frisar, nesta semana, que a Assembleia Legislativa fez a coisa certa em questionar a estrutura da então Agecopa, que foi extinta e originou a Secopa. Para o parlamentar, a Agecopa era lenta, burocrática, cheia de estrutura, mas não fazia acontecer as ações. “Mas a Assembleia deu um basta”, disse. Essa mesma eficiência é que a sociedade espera dos nobres parlamentares, a partir do dia 31 de dezembro de 2014, quando será a vez da Secopa ser extinta. Por que a pergunta é: quem será responsável por cobrar a execução das obras da Copa do Mundo que não ficarem prontas? Se com Secopa em ação houve descumprimento de prazos, como ficará depois, sem a Secretaria? Para piorar, tem eleição, tem troca de governo, e nem mesmo Silval Barbosa estará lá para ser cobrado. Quem irá responder por isso?
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