O vereador Clovito Hugueney (PSD), deve apresentar nas próximas sessões, um projeto de lei que, se aprovado, vai obrigar estabelecimentos comerciais da capital, a tratar pelo nome social os transexuais, travestis e congêneres. O nome social, popular “nome de guerra”, é aquele que é utilizado e, reconhecido pelos seus pares, mas que difere do nome de registro, não refletindo a identidade de gênero da pessoa. A intenção do vereador é evitar constrangimentos a esse público. “Queremos garantir a dignidade destas pessoas. Imagina uma pessoa chegando num órgão público, cheio de gente, com a aparência física de mulher, por exemplo, sendo chamada pelo nome masculino”, explicou Clovito.
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José Bonifácio 10/02/2014
Esdrúxulo! Se o cara foi registrado em cartório, conforme determinações legais, por que não chamá-lo pelo nome de registro? Vereador é para fazer, apreciar, alterar e votar as leis e principalmente cumpri-las, não para desrespeitá-las! Idiota de gravata como muitos o são.
1 comentários