O senador Blairo Maggi (PR), cuja família ostenta um patrimônio superior a R$ 13,85 bilhões, ficou proibido de contrair empréstimos e abrir crediário em lojas. Isso porque o “todo-poderoso” teve seu nome inscrito nos sistemas de proteção de crédito SPC e SERASA. Maggi avalizou o seu ex-coordenador financeiro das campanhas de 2002 e 2006 ao Governo, o empresário Mauro Carvalho, cerca de R$ 7 milhões de um financiamento de R$ 28 milhões, junto ao Bic Banco. O montante seria destinado a construção de uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica) na serra São Vicente. Mauro não pagou corretamente o financiamento e ambos acabaram tendo restrição. Blairo e Mauro recorreram à Justiça e conseguiram retirar os nomes dos órgãos de proteção ao crédito. O contraditório é que todos protagonistas desta “negociata” são investigados pela Polícia Federal na Operação Ararath, o banco em questão pertence ao delator do esquema, Júnior Mendonça.
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