Rubio negou que Teerã esteja mais forte atualmente do que antes do início da guerra, repetindo argumentos de que o país persa teria sido "destruído militarmente" pelos EUA e que não haverá alívio de sanções econômicas.
Ele evitou comentar questionamentos sobre a operação norte-americana realizada no ano passado, quando foi dito que o programa de mísseis iraniano teria sido "completamente detonado".
Segundo o secretário, o Irã "está perdendo milhões de dólares por dia" com o bloqueio americano em Ormuz.
Sobre política externa, Rubio comentou ainda sobre a situação de Cuba, alegando que o país "não é controlado pelo governo, mas por militares".
Ele rejeitou alegações de que o bloqueio dos EUA seja responsável pela crise energética e humanitária na ilha, afirmando que os apagões em massa já aconteciam há muito tempo. "O motivo é que os cubanos não investem dinheiro em infraestrutura de energia e esperam receber de graça, como faziam quando Nicolás Maduro estava no poder na Venezuela. A realidade não é assim", disse.
(Com Agência Estado)
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