Quinta-feira, 26 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Mundo Quinta-feira, 26 de Março de 2026, 15:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 26 de Março de 2026, 15h:30 - A | A

Lula e Sheinbaum vão manter apoio à candidatura de Bachelet na ONU

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Brasil e México vão patrocinar sozinhos a candidatura da ex-presidente chilena Michelle Bachelet a secretária-geral das Nações Unidas (ONU), após a retirada formal do Chile.

Ao reagir à decisão do governo de José Antonio Kast, Bachelet disse que pretendia seguir a postulação de forma independente, com apoio dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Claudia Sheinbaum.

"Continuarei o trabalho conjunto com os governos do Brasil e do México, que postularam meu nome, reafirmando a natureza coletiva deste projeto", disse a ex-presidente, na terça-feira, dia 24.

Um dia depois, a presidente mexicana afirmou no Palácio Nacional que manteria o apoio a Bachelet e que a considera "a pessoa ideal para liderar as Nações Unidas", porque ela te tem "uma visão para a reconstrução das Nações Unidas como um órgão internacional de resolução de conflitos".

"Continuaremos a apoiá-la. Terei uma conversa com ela em breve. Veremos se o Brasil também mantém esse apoio", disse Sheinbaum, na quarta-feira, dia 25.

Embaixadores do governo brasileiro, ouvidos no Itamaraty e no Palácio do Planalto, indicaram que o governo vai manter endosso à campanha da chilena.

Segundo eles, não houve mudança de rota no governo e faz todo o sentido dar sustentação à candidatura da ex-presidente

Não houve ainda uma manifestação pública do presidente Lula. Segundo um integrante do governo, isso ocorreu por causa da agenda doméstica dele e de uma "cortesia diplomática", em função da conturbada reação política interna no Chile à decisão de Kast.

O petista buscava criar uma relação próxima e pragmática com Kast, e ainda tenta evitar rusgas. O conservador reclamou do lançamento de Bachelet no fim do governo Gabriel Boric, sem uma discussão prévia com a nova gestão, e pedia uma discussão presencial com Lula e Sheinbaum, como mostrou o Estadão.

Lula faltou à posse de Kast depois de o chileno estender convite ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), virtual adversário do petista nas eleições presidenciais. Lula escreveu uma carta a ele convidando o chileno a visitar Brasília.

Debate e retirada

A ONU agendou para o dia 20 de abril o primeiro debate, em Nova York, entre os candidatos. Eles disputam para suceder a partir de 2027 o atual secretário-geral, o português António Guterres.

A Assembleia Geral da ONU comunicou nesta quinta-feira, dia 26, que o governo de Maldivas retirou o apoio à candidatura da diplomata argentina Virginia Gamba. Com isso, restam, até o momento, quatro candidatos no páreo:

Rafael Grossi (indicado pela Argentina)
Michelle Bachelet (indicada por Brasil e México)
Rebeca Grynspan (indicada pela Costa Rica)
Macky Sall (indicado por Burundi)

Para integrantes do governo Lula, no entanto, a proliferação de candidatos deve fazer com que novos nomes se apresentem até o fim do primeiro semestre, quando a eleição deve ser definida no Conselho de Segurança da ONU.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros