Saree declarou que foram atacados "alvos vitais e militares" na cidade, situada no extremo sul israelense, próxima ao Mar Vermelho. Não houve confirmação imediata por parte de Israel sobre os danos ou eventuais vítimas decorrentes da ação.
A declaração ocorre em meio à escalada das tensões regionais. O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, também declarou nesta segunda-feira (6) que "o terrorismo e o crime não podem abalar" as forças armadas iranianas, em referência aos ataques dos EUA e de Israel.
Em mensagem divulgada após a morte do general da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) Majid Khademi, Khamenei atribuiu o assassinato ao que chamou de "inimigo americano-sionista" e disse que, apesar de ações desse tipo, "as fileiras dos combatentes e defensores da verdade no Irã islâmico permanecem sólidas e estruturadas".
No campo diplomático, a agência estatal iraniana IRNA informou mais cedo que Teerã rejeitou a mais recente proposta de cessar-fogo e defende o fim permanente da guerra. A resposta foi transmitida aos Estados Unidos por meio do Paquistão, que atua como mediador.
A tensão aumentou após o presidente dos EUA, Donald Trump, estabelecer prazo até esta terça-feira (7) para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, sob ameaça de ataques a infraestrutura energética. Paralelamente, Israel afirmou ter atingido instalações petroquímicas no campo de South Pars.
(Com Agência Estado)
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