Embora o foco principal tenha sido em questões locais, a votação foi analisada em busca de indícios de como os partidos poderão se sair na eleição presidencial de 2027, quando termina o segundo e último mandato de Macron, e em particular se o partido de extrema-direita Reagrupamento Nacional (RN), de Marine Le Pen, continua ganhando terreno.
Mais de 904 mil candidatos a cargos municipais em cerca de 35 mil vilas, cidades e municípios concorreram às urnas no domingo. Nos locais onde o resultado ainda não foi definido, um segundo turno, no próximo domingo, determinará o resultado final.
As atenções se voltaram para as disputas em cidades importantes, incluindo Paris. Os resultados oficiais eram esperados ainda na noite de domingo. A atual prefeita socialista Anne Hidalgo, eleita em 2014 e reeleita em 2020, decidiu não concorrer a um terceiro mandato. Outra disputa incerta no segundo turno se desenhava em Marselha, a segunda maior cidade da França, com o atual prefeito de esquerda, Benoît Payan, enfrentando um desafio difícil do candidato do RN, Franck Allisio.
O presidente do RN, Jordan Bardella, afirmou que os eleitores expressaram "um profundo desejo de mudança" e pediu mais apoio no segundo turno. "A mudança não vai esperar até 2027", disse. Na contramão, o líder do Partido Socialista, Olivier Faure, pediu aos eleitores que não deem impulso ao RN, que intensifica seus esforços para conquistar o Palácio do Eliseu nas eleições do ano que vem.
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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