A conclusão, feita pelo Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, foi baseada em uma investigação conjunta do local com o Comando da Organização das Nações Unidas (ONU), liderado pelos EUA, em análises forenses de TNT e outras substâncias coletadas nos uniformes dos soldados sul-coreanos e em uma outra mina norte-coreana descoberta dias após a explosão.
"Nossas forças armadas instam fortemente a Coreia do Norte a oferecer um pedido de desculpas sincero aos nossos soldados feridos e a remover imediatamente as minas que instalou em violação ao acordo de armistício", declarou o Tenente-General Kwon Dae-won, vice-presidente do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, em uma coletiva de imprensa.
O anúncio ocorreu dias depois de a Coreia do Norte negar responsabilidade pelas explosões de 21 de setembro e ameaçar uma retaliação "implacável" caso fosse provocada em relação ao caso. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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