Em coletiva de imprensa, Leavitt disse que o governo iraniano "quer conversar" e que o presidente Donald Trump está disposto a ouvir, destacando que negociações que ocorreram nos últimos três dias têm sido "produtivas". Ainda assim, ressaltou que "nenhuma negociação de paz deve ser considerada oficial neste momento" e negou que Teerã tenha rejeitado formalmente propostas recentes.
A porta-voz alertou que, caso o Irã "não aceite a realidade de que foi derrotado", Trump poderá retaliar "com mais força", acrescentando que o país persa "não deve errar novamente em seus cálculos". Ela voltou a pontuar um horizonte de quatro a seis semanas para a operação.
Sobre relatos de um plano de 15 pontos para o Irã, Leavitt afirmou que a Casa Branca nunca confirmou sua veracidade integral, embora haja "elementos de verdade" nas informações divulgadas. No front doméstico, a secretária avaliou que eventuais altas temporárias nos preços de combustíveis devem se reverter, enquanto o governo segue monitorando impactos do conflito. "Os EUA estão trabalhando em soluções criativas para os preços do petróleo", disse, sem dar detalhes.
Questionada sobre a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, disse que ainda não há clareza sobre quando ocorrerá a normalização.
Leavitt também informou que Trump viajará a Pequim para se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, nos dias 14 e 15 de maio - encontro que foi adiado após o início da guerra entre EUA, Israel e Irã.
(Com Agência Estado)
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