Autoridades políticas e esportivas foram recepcionadas no lendário estádio pelo presidente uruguaio Luis Lacalle Pou. Reunidos, eles concretizaram uma candidatura que vem sendo planejada desde 2017. Inicialmente, a união era apenas entre Argentina e Uruguai, mas Chile e Paraguai se juntaram ao bloco, com o apoio da Conmebol.
"Este é o sonho de um continente. A América do Sul entende que o futebol tem que reconhecer e não disputar, porque vão haver mais mundiais, porém é apenas uma vez que se completa 100 anos. Em uma ocasião como essa, é preciso voltar para casa", afirmou o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, em coletiva de imprensa."Acreditamos que o motivo seja mais que o suficiente para que a Fifa aceite esta como uma só candidatura".
Depois da estreia no Uruguai, a Copa do Mundo teve mais quatro edições na América do Sul, duas delas no Brasil (1950 e 2014), uma no Chile (1962) e uma na Argentina (1978). Entre os países da candidatura conjunta, o Paraguai é o único que jamais recebeu o evento em seus estádios.
A Fifa espera definir a sede da Copa de 2030 até 2024, e a proposta sul-americana deve ter concorrência. Em junho de 2021, Portugal e Espanha também se lançaram juntos em uma tentativa de sediar a edição centenária. Reino Unido e Irlanda cogitaram entrar na briga, mas desistiram do lançamento. Também foram especuladas propostas de países como Marrocos e Israel.
Depois da Copa do Catar, em novembro deste ano, a edição de 2026 será realizada conjuntamente por México, Canadá e Estados Unidos. Marrocos concorreu com o bloco norte-americano na votação realizada em 2018 e teve 32% dos votos contra 66% dos vencedores.
(Com Agência Estado)
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