Landim apontou que os clubes trabalham com o cenário de paralisação total até 20 de abril, tanto que a imensa maioria deu férias coletivas aos elencos até esta data. A partir daí, cenários serão avaliados de acordo com a evolução do coronavírus no País.
O dirigente explicou que há alguma esperança de as competições serem retomadas em maio. O presidente do Flamengo lembra que os compromissos da Copa Libertadores estão suspensos até 5 de maio, mas reconhece que novo adiamento deverá ser definido pela Conmebol. A tabela do Brasileirão, por sua vez, previa a realização de sua última rodada em 6 de dezembro - ela foi divulgada em fevereiro.
"Convergimos sobre as férias dos atletas até o dia 20 de abril, quando vamos reavaliar para ver se pelo menos poderemos treinar. Expectativa é começar no início de maio, mas hoje já surgiram notícias de que a Conmebol vai precisar retardar mais por causa dos problemas de cruzar as fronteiras. Existem bloqueios", disse o dirigente, em entrevista à Fla TV.
"Vamos tentar terminar o Carioca e aguardar datas. Vai ser o desafio. Existe acordo com a CBF de que a prioridade é estender e terminar os campeonatos até o dia 31 de janeiro", acrescentou Landim, apontando que a tendência é de a temporada se estender por todo o primeiro mês de 2020.
Apesar da provável escassez de datas, Landim defende a manutenção do regulamento do Brasileirão, disputado em 38 rodadas, neste ano. "O Flamengo defende que o calendário seja mantido como está. Os pontos corridos já estão há muitos anos, foi assim que os clubes venderam os direitos de imagem. É uma receita importante. Queremos pontos corridos e sem afetar o número dos jogos", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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