Dois anos mais tarde, Ishii também foi o primeiro atleta do País a subir no pódio em um Campeonato Mundial da modalidade. Ele levou o bronze na disputa da categoria até 93kg em torneio realizado na Alemanha Ocidental.
Depois, na Olimpíada de Munique-1972, o judoca foi novamente terceiro colocado nos 93kg e conquistou mais uma medalha de bronze, a primeira de um brasileiro neste esporte.
A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) prestou uma homenagem a Chiaki Ishii em publicação nas redes sociais. "Sua trajetória é marcada pelo pioneirismo, pela dedicação incansável ao judô e por um legado incalculável dentro e fora do tatame", escreveu a entidade.
Após a aposentadoria dos tatames, Chiaki comandou uma academia de judô no bairro da Lapa, em São Paulo, onde revelou os medalhistas olímpicos Walter Carmona e Rafael Silva, o "Baby".
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) prestou apoio aos familiares pela dolorosa perda. "Neste momento de profunda tristeza, o COB expressa suas sinceras condolências aos familiares, amigos, alunos e a toda a comunidade do judô."
Ishii integra o Hall da Fama do COB e, em 2023, recebeu da instituição o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, destinado a atletas que marcaram o esporte olímpico nacional.
(Com Agência Estado)
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