Duas melhores equipes da atual edição, PSG e Barcelona brigam para ver quem se isola na liderança da fase classificatória após ganharem seus dois compromissos anteriores. Os franceses, porém, ainda patinam no campeonato local, enquanto o time catalão ganhou seus 11 jogos disputados na temporadas e anotou impressionantes 48 gols, o que gera total respeito dos mandantes
"Eu não diria medo, mas Lamine é um grande jogador, um dos melhores do mundo. O que ele faz é incrível", destacou o português Vitinha. "Ele é excepcional, mas amanhã enfrentaremos uma grande equipe, não apenas Lamine", seguiu, ressaltando a força do conjunto catalão.
O técnico Luis Enrique fez história no clube espanhol, não esconde seu apreço pelo futebol apresentado e garante ter a receita para parar o prodígio ponta. "Adoro assistir ao Barça, tanto como torcedor quanto como treinador que o enfrenta. Eu fui jogador do Barcelona e, depois, treinador do clube. Tenho um vínculo muito forte com a Catalunha, meus filhos são catalães. Aos meus olhos, o Barça é o time que mais se assemelha ao Paris Saint-Germain", fez juras de amor, antes de revelar como tentará parar Lamine Yamal e companhia.
"Não devemos deixar que ele receba a bola, porque se isso acontecer, há perigo. Mas não é só sobre Lamine. Há também Raphinha, Cubarsi e Joan Garcia...", listou o comandante, preocupado, ainda, com Pedri.
"Pedri me conhece muito bem. Ele é como Harry Potter, espero que não tenha sua varinha mágica amanhã. Esperamos limitar sua influência, mas também há outros grandes jogadores no Barça", reforçou, também elogiando o trabalho de Hansi Flick.
"Hansi Flick melhorou os resultados do Barça e implementou uma abordagem lá semelhante à que ele havia estabelecido no Bayern de Munique. Se quisermos vencer, teremos de tomar iniciativas e jogar para frente", disse. "Temos um desejo real de roubar a bola deles, mas isso representa um grande desafio para nós. Vamos ver o que acontece amanhã."
Luis Enrique ainda fez questão de frisar que já se sente tranquilo em encarar o clube no qual brilhou. "Hoje sou o treinador do Paris Saint-Germain. No início, foi difícil para mim enfrentar o Barcelona, mas com o tempo, me acostumei. Dito isso, eu absolutamente quero vencer amanhã. Enfrentar o clube que mais marcou minha carreira representa uma motivação adicional."
(Com Agência Estado)
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