De acordo com a Fifa, o comitê de normalização vai gerir a FESFUT temporariamente. Entre suas tarefas está a gestão diária da entidade, a revisão dos seus estatutos e demais regulamentos, e a adequação da FESFUT às regras de compliance da Fifa e da Concacaf.
O comitê de intervenção deve também organizar e conduzir eleição para definir uma nova composição para o Comitê Executivo da FESFUT para um período de quatro anos. Outra medida será fazer uma auditoria completa das finanças da entidade para "criar mecanismos e processos que garanta a prática de ações de governança".
Os integrantes do novo comitê de gestão da FESFUT serão escolhidos pela própria administração da Fifa em parceria com a Concacaf, que deve aprovar os nomes a serem apontados. A intervenção não tem data exata para ser finalizada, segundo a Fifa. Vai depender, segundo a federação internacional, do tempo necessário para aplicar as medidas adequadas na entidade de El Salvador.
A crise na FESFUT começou com a investigação sobre o presidente Hugo Carrillo, acusado de lavagem de dinheiro, ao lado de outros membros da antiga gestão da entidade. O escândalo causou até a paralisação do campeonato local e uma greve dos árbitros e assistentes.
Com a intervenção da Fifa, a seleção de El Salvador corre o risco de ser suspensa dos próximos torneios continentais, como a Copa Ouro e a Liga das Nações da Concacaf.
(Com Agência Estado)
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