"Gostaria de pedir desculpas por estas declarações que não refletem absolutamente o meu pensamento, nem a minha consideração pelo jogador que foi e pelo treinador que se tornou. Dei uma entrevista que não deveria ter concedido porque procuravam polêmica ao opor Didier Deschamps (técnico da França na Copa do Catar) a Zinedine Zidane. São monumentos do futebol francês", afirmou.
Zidane era cotado para assumir o comando da seleção francesa, mas a entidade optou por renovar o vínculo com Deschamps. Na entrevista, Noël Le Graët descartou e minimizou a importância do ex-camisa dez para a função.
"Confesso que fiz comentários embaraçosos que criaram um mal-entendido. Zinedine Zidane conhece a imensa estima que tenho por ele, como todos os franceses", afirmou o presidente da FFF.
Quem também se manifestou a favor de Zidane foi Laurent Blanc, integrante da seleção francesa que ganhou o título da Copa do Mundo de 1998. O ex-zagueiro, que atualmente é técnico do Lyon, disse que um simples pedido de desculpas não será suficiente para diminuir o estrago causado pela entrevista de Le Graët.
"Somos unânimes em dizer que essas são observações desajeitadas, para dizer o mínimo.É fácil pedir desculpas, dura dois segundos. Mas as palavras permanecem", afirmou em entrevista coletiva.
Zidane está livre no mercado desde maio de 2021, quando deixou o Real Madrid, no meio de seu contrato com o clube merengue. O treinador de 50 anos também é especulado como sucessor de Tite na seleção brasileira, algo abordado e ironizado por Le Graet.
"Zidane no Brasil? Eu não me importo. Se ele tivesse me procurado para treinar a seleção francesa, não teria atendido o telefone. Faça um programa especial para ele encontrar um clube", disse o presidente da federação francesa.
(Com Agência Estado)
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