Luiz Carlos de Oliveira, delegado encarregado das investigações, relatou que o Athletico-PR sempre colabora em situações desse tipo, mas lamentou que o caso não tenha sido comunicado de imediato para realizar a prisão em flagrante.
Nesta partida, o São Paulo registrou um boletim de ocorrência também envolvendo preconceito. O clube alega que um funcionário foi vítima de racismo e relatou ainda que torcedores são-paulinos sofreram agressões de cunho racista nas arquibancadas.
No boletim, consta que um torcedor do Athletico fez uma série de ofensas em tom homofóbico contra um funcionário do clube. A vítima ainda foi chamada de "macaco de merda".
Essa não é a primeira vez que a Arena da Baixada surge como palco de manifestações preconceituosas. Pelo Campeonato Paranaense, Samuel Santos, do Londrina, acusou um torcedor athleticano de injúria racial. Na final da Copa do Brasil de 2021, uma torcedora do rubro-negro do Paraná também foi flagrada imitando um macaco dentro do estádio.
(Com Agência Estado)
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