O presidente da equipe, Orlando Ferreira, que irá narrar a partida, sabe bem o que é apreensão. “É sempre muito difícil para mim ficar aqui fora, ainda mais que um dia eu já estive em campo. O que eu digo para os jogadores é que vivam intensamente esse dia com respeito ao adversário e honra, e assim, cheguem ao final com orgulho do que fizeram em campo”.
Desde que começou o campeonato, em junho, a equipe tem treinado quase todos os dias. “Não estamos mais nos importando se o corpo dói ou se a perna trava, vencer é uma atitude mental. Eu não perderia esse jogo por nada”, conta o offensive line, Fábio Torres, que está prestes a passar por uma cirurgia de joelho e mesmo assim vai entrar em campo.
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Lovett observa que o Coritiba tem características acima da média. Uma defesa rápida e disciplinada, que ataca os adversários bem e com velocidade. No que se refere a linha ofensiva a equipe tem o jogo mais corrido do Brasil com destaque as jogadas aéreas. Para ele, os fatores decisivos do confronto devem ser os turnovers (interceptação, fumble), tempo de posse de bola e pequenos erros e faltas.
Ele garante que o Arsenal se preparou pensando em cada detalhe desses e principalmente se fortalecendo mentalmente. “Estou confiante na nossa força de trabalho e jogaremos duro. Já estivemos em jogos ‘pegados’ e este, com certeza, será mais um”.
O running back, Daniel Callejas, evoluiu muito durante o ano e garante que está pronto para enfrentar a primeira ‘final’ ao lado do Arsenal. Para ele, o mais difícil tem sido controlar a ansiedade. “Estou tentando permanecer no centro, nem eufórico, nem nervoso. Espero que essa seja uma grande partida, emocionante para quem estiver dentro de campo e principalmente para quem nos assiste”.
(Com informações da Assessoria)
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