"Uma tragédia está próxima de acontecer", afirmou o árbitro, em entrevista ao canal SporTV. Igor Benevenuto expôs que, mesmo antes do jogo, já havia sofrido ameaças e relatou que sua família também sofreu ataques ao final da partida.
"Horas antes do clássico, eu recebi várias mensagens de ameaças. Falando que se eu marcasse pênalti contra determinada equipe, que eu ia ver com essas pessoas, que sabem onde eu moro. E após o jogo, meu Instagram e WhatsApp viraram uma tristeza. Só mensagens abusivas, falando que vão me pegar, que vão me matar", revelou.
O árbitro contou ainda que está inseguro de andar pelas ruas de Belo Horizonte e até adotou um disfarce, com boné e sem barba. Emocionado, ele disse que ainda não conseguiu voltar para sua casa. "Ontem (domingo), por duas vezes, passou um carro na frente da minha casa falando que iriam me matar, que iam matar pessoas da minha família. Eu não fui para casa ainda, não sei que dia que eu volto. Minha vida virou um estresse por causa dessa penalidade, o único lance questionável na partida", contou.
Apesar da polêmica, a Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol (FMF) afirmou que Benevenuto acertou na marcação do pênalti para o Atlético. "O atleta do Cruzeiro dá um carrinho na área, de forma imprudente, acertando o atleta do Atlético. E, dentro da área, é pênalti", afirmou o presidente da comissão, Juliano Lopes Lobato, que destacou que o quinteto de arbitragem teve uma boa atuação no confronto.
Mas diferentemente da FMF, os comentaristas de arbitragem da Globo comentaram, durante o Seleção Sportv, que Benevenuto "errou" na marcação da penalidade. Nessa edição, a arbitragem do Campeonato Mineiro não tem o auxílio do VAR, até as fases finais da competição.
(Com Agência Estado)
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