As curvas de títulos de outros países também estão pressionadas. Por aqui, o fiscal está na mira com a reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO) com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o relatório bimestral de receitas e despesas, que será divulgado amanhã. A preocupação com o fiscal no Brasil pressionou para cima as taxas ontem.
Às 9h20, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 marcava 14,750%, de 14,734% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2027 subia a 14,015%, de 13,965%, e o para janeiro de 2029 tinha máxima de 13,595%, de 13,523% no ajuste de terça-feira.
(Com Agência Estado)
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