Nesta fase, são investigados intermediários responsáveis por cooptar "clientes", além de suspeitos que atuariam para viabilizar a liberação dos benefícios. De acordo com a PF, o prejuízo decorrente da concessão de 50 benefícios já identificados é de aproximadamente R$ 4,6 milhões.
A ação foi realizada no Maranhão e no Piauí, com participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, do Ministério da Previdência Social e da Coordenação-Geral de Apuração e Cobrança Administrativa de Benefícios.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão temporária nas cidades de São Luís (MA), Barreirinhas (MA), Tutóia (MA) e Parnaíba (PI).
Ao todo, 32 policiais federais cumpriram oito mandados de busca e apreensão e seis de prisão temporária, expedidos pela 2.ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão, com base em representação da PF. Também foram autorizadas medidas cautelares, como quebra de sigilos bancário e fiscal, além de arresto de bens e bloqueio de valores dos investigados.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados poderão responder por estelionato majorado contra o INSS, associação criminosa, falsificação de documento público, falsidade ideológica, falsa identidade, inserção de dados falsos em sistema de informações e lavagem de capitais.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







