Na pesquisa anterior, divulgada em 24 de agosto, 50% avaliavam a situação econômica como ruim ou péssima. A taxa de eleitores que consideravam a economia ótima ou boa era 17%, e os que consideravam a situação econômica atual regular eram 32% na pesquisa anterior.
Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 39% dos entrevistados avaliam que a economia do País deve melhorar "um pouco" ou "muito". No levantamento anterior, eram 38%. Já os que avaliam que a economia deve piorar são 30%, contra 29% na pesquisa anterior. Os que acham que a economia vai "ficar igual" são 22%, e 9% não souberam ou não responderam.
Em relação à situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses, 44% dizem que deve "melhorar muito ou um pouco" e 14% afirmam que deve "piorar um pouco ou muito". Outros 32% avaliam que a situação financeira pessoal deve continuar igual.
Ao comparar o cenário econômico atual com o governo anterior, 39% dizem que a economia está melhor no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que na gestão Jair Bolsonaro (PL), enquanto 45% avaliam que está pior.
O levantamento também mostra que a segurança pública foi apontada como principal problema por 35% dos entrevistados. Em seguida, os eleitores apontam como principais problemas do País a saúde pública (30%), corrupção (19%) e educação (17%).
A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.
(Com Agência Estado)
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