Governo federal faz os últimos ajustes para o Plano Safra 2014/2015, que será lançado no dia 19 deste mês, na cidade de Rio Verde, em Goiás. A expectativa é de novos avanços para o setor no quesito recursos e qualidade. Dados apresentados pela Conab já superam os 188 milhões de toneladas do ano anterior, em 2014. Aliás, no mês de março (ainda não tem o de abril fechado) são de 191 milhões/toneladas maior que a primeira projeção da Conab para o ano que era de 190,6 milhões/ton.
“O próximo número da Conab será maior que o deste ano, talvez projete a meta do ano que vem pensado em 200 milhões de toneladas de grãos produzidos no Brasil. É o melhor Plano Safra produzido para o país”, destacou Ceneri Paludo, secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em entrevista na sede da Famato, em Cuiabá.
Marcos Lopes/HiperNotícias |
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Secretário de de Políticas Agrícolas fala em super safra mas não apresentou números de MT |
Nesse caso específico, o presidente da Famato, Rui Prado, reivindica que pelo custo do seguro ele tenha maior abrangência. “Já previsto nesse Plano que será lançado no dia 19”, frisou.
Segundo Ceneri Paludo, o acesso do produtor ao crédito também está sendo trabalhado, principalmente a questão da operacionalidade, visando ser menos burocrática.
A armazenagem é outro ponto apontado para mudanças. Defende-se que seja direta ao produtor e aos cerealistas. Mas, “além da manutenção dele no Plano Safra é preciso melhorias nesse programa”.
Ceneri é tido como extremamente técnico, já atuou na Famato em Mato Grosso. Assumiu a Secretaria por convocação do novo ministro Neri Geller. Portanto, é visto como exponencial para o setor do agronegócio não só do país, mas também do Estado.
LOGÍSTICA
O transporte e a logística para o escoamento da produção ainda é um gargalo a ser sanado. Ceneri Paludo destacou que apesar da sua pasta não atuar na questão do transporte, o ministro da Agricultura, Neri Geller, está articulando com outras pastas para estruturar a SPA e assim ele possa trabalhar essa demanda.
“Não só as prioridades para escoamento, mas trabalhar ações coordenadas. Este ano tivemos redução de 10% do pico da safra em relação ao ano anterior por desenvolver ações coordenadas. É preciso modais concorrentes para mudar a situação da logística para setor” , defendeu Ceneri.
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