A receita líquida somou US$ 18,679 bilhões entre julho e setembro, crescimento anual de 23%, ante US$ 15,184 bilhões um ano antes. O resultado ficou acima da projeção de US$ 16,83 bilhões da FactSet.
A divisão de banco e mercados globais registrou alta de 32% na receita, para US$ 13,458 bilhões, impulsionada pelas operações com ações, cuja receita saltou 72%, para US$ 6,441 bilhões. As taxas de banco de investimento cresceram 21%, para US$ 3,224 bilhões, refletindo maior volume de fusões e aquisições concluídas e ofertas de ações. Na gestão de ativos e patrimônio, a receita subiu 14%, para US$ 5,051 bilhões, apoiada por maiores taxas de administração e de incentivo.
As despesas operacionais aumentaram 20%, para US$ 11,308 bilhões, enquanto as provisões para perdas de crédito passaram de US$ 339 milhões para US$ 368 milhões. O banco declarou dividendo trimestral de US$ 5 por ação, com pagamento previsto para 30 de dezembro.
As provisões para perdas de crédito somaram US$ 368 milhões no terceiro trimestre, ante US$ 339 milhões em igual período de 2025 e US$ 102 milhões no segundo trimestre deste ano. Segundo o banco, o resultado refletiu principalmente perdas relacionadas a empréstimos corporativos.
(Com Agência Estado)
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