"Em 2023, era 12%. E, agora, estamos chegando a 9%. Por que? Porque, na relação, está sendo gerada fricção", disse o ministro, durante audiência pública conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara. "O Brasil não está deixando de crescer, de exportar para todos os países do mundo."
Durigan citou a importância do crescimento das vendas de produtos brasileiros para países como Vietnã e China, além de regiões como Europa - beneficiada pelo acordo comercial entre União Europeia e Mercosul - e Oriente Médio.
Destacou, ainda, que o Brasil busca acordos com Singapura, Japão e países europeus fora da União Europeia, como Luxemburgo e Suíça.
O ministro disse, ainda, que o Brasil é beneficiado pela sua resiliência energética em um contexto de desajuste global criado pela guerra do Irã.
(Com Agência Estado)
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