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Economia Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 18:30 - A | A

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 18h:30 - A | A

Dólar sobe ante real, mas cai contra pares fortes diante tensão EUA-Europa

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A terça-feira, 20, foi marcada pela saída de fluxo de ativos americanos, decorrente do aumento na tensão entre Estados Unidos e União Europeia por conta da Groenlândia, mas o real não conseguiu firmar uma apreciação.

Depois de tocar R$ 5,40 (+0,83%) pela manhã com relatos de recompras de hedge de investidores estrangeiros já posicionados em carry trade, o dólar à vista chegou a tocar mínima a R$ 5,35 (-0,08%) no início da tarde por um fluxo pontual que coincidiu com o Ibovespa ganhando força, inclusive renovando recorde histórico intradia. Por fim, contudo, a divisa americana voltou a ganhar terreno e encerrou em alta de 0,31%, a R$ 5,3805.

"Estamos sofrendo com a volatilidade externa por conta da tensão entre Estados Unidos e Europa. Não se sabe o tamanho da briga e há dúvidas sobre o quão imediata será, já que Trump até então postergava muito para aplicar tarifas - como visto no caso com China e Brasil", comenta o economista-chefe da BGC Liquidez, Felipe Tavares. Ele nota, contudo, que de segunda para terça a tensão vem se intensificando de ambos os lados.

O Parlamento Europeu suspenderá o acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, em meio as crescentes tensões envolvendo a Groenlândia, segundo a mídia internacional. Além disso, a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, afirmou que "a soberania não é moeda de troca" e que "nenhuma ameaça ou tarifa mudará o fato de que a Groenlândia pertence ao seu povo".

Já Trump ameaçou impor tarifas de 200% a vinhos e champanhes franceses, como medida de retaliação à recusa do presidente francês, Emmanuel Macron, de integrar o recém-proposto "Conselho da Paz", uma iniciativa liderada por Trump que tem por objetivo abordar conflitos globais, começando pela Faixa de Gaza, mas que tem causado controvérsia por incluir líderes autocratas e potencialmente esvaziar o papel das Nações Unidas.

"Acho que o mercado está tenso, de que tarifas podem começar mais rápido do que se esperava", diz Tavares.

No noticiário doméstico, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão em Brasília.

Segundo o sócio e analista Rafael Passos, da Ajax Asset, a notícia reanimou a possibilidade de que o governador de São Paulo volte ao campo eleitoral para a Presidência. O mercado financeiro entende que Tarcísio teria mais força para competir contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno e, em tese, teria política fiscal mais austera.

(Com Agência Estado)

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