O anúncio acontece em meio a um fim de semana de grandes protestos na França, motivados pelo custo de vida e por propostas de cortes de gastos públicos.
Segundo Alexandre Bompard, CEO do Carrefour, 50 lojas da rede foram saqueadas durante as manifestações.
Ele estimou que os reparos devem superar 10 milhões de euros e disse que alguns funcionários de unidades franqueadas terão de entrar em regime de desemprego parcial.
Bompard afirmou ainda que as lojas mais afetadas ficarão fechadas por algum tempo enquanto os danos forem consertados.
As manifestações reuniram mais de meio milhão de pessoas e, em alguns locais, evoluíram para saques e violência contra propriedades, deixando centenas de policiais e bombeiros feridos e milhares de manifestantes detidos.
De acordo com Bompard, unidades do Carrefour foram atingidas em Paris e também em cidades como Rennes, Lille e Bordeaux.
Em publicação, ele declarou que há um custo humano e econômico "considerável" por trás da destruição e cobrou que o governo proteja os varejistas. Fonte: Dow Jones Newswires.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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