O dirigente afirmou que o banco irá justamente se concentrar em iniciativas para uma economia mais verde. Em resposta a perguntas da sociedade civil, Malpass indicou que a "recessão no mundo em desenvolvimento fora da China é pior do que pensamos".
Mais de 150 milhões de pessoas na extrema pobreza no mundo é o cenário projetado pelo Banco Mundial, com perda de renda e empregos levando à insegurança alimentar, e foco na América Latina, que tem o pior ano econômico em "muito tempo". "O G-20 está decepcionando. Propusemos alívio nas dívidas dos mais pobres", afirmou o presidente do órgão, ressaltando que pediu a colaboração visando os países mais pobres, mas que, enquanto dinheiro segue sendo enviado aos mais vulneráveis pelo Banco Mundial, os credores seguem cobrando débitos.
"As economias mais avançadas tiveram como apoiar a recuperação, mas nas menos avançadas não foi possível", disse ele, citando ações como as promovidas pelos principais bancos centrais quanto ao crédito. Malpass concluiu dizendo que seu foco é que "pessoas nos países mais pobres não paguem pelo resto de suas vidas por dívidas contraídas antes da covid".
(Com Agência Estado)
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