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Economia Terça-feira, 19 de Março de 2024, 06:30 - A | A

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Terça-feira, 19 de Março de 2024, 06h:30 - A | A

Após alta de 0,6% no IBC-Br de janeiro, mercado já revisa Projeções para o PIB

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma "prévia do BC" para o Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,60%, na série livre de efeitos sazonais. No mês anterior, a alta havia sido de 0,82%.

Diante do resultado, o Santander Brasil revisou para cima sua projeção de PIB para o primeiro trimestre, de 0,6% para 0,7%. "O resultado (do IBC-Br) confirmou a perspectiva de um primeiro trimestre forte, com aumento da demanda causado pelo pagamento de precatórios e um carrego estatístico mais forte deixado pelo resultado de dezembro", afirma o economista Gabriel Couto, em nota.

O economista-chefe do Banco ABC Brasil, Daniel Xavier, revisou a previsão do PIB de 2024 de 1,5% para 2,3%. O BC prevê crescimento de 1,8%, enquanto o governo projeta 2,2%.

"Fazemos essa revisão em função dos indicadores mais fortes do primeiro semestre", afirma Xavier, que cita resultados acima do esperado das vendas do varejo, volume de serviços e da criação de vagas com carteira assinada de janeiro, além de liberação dos precatórios, antecipação do pagamento do INSS e transferências de renda.

De dezembro para janeiro, o índice de atividade calculado pelo BC passou de 147,61 pontos para 148,50 pontos. O resultado é o melhor desde abril de 2023 (148,88 pontos).

O dado do IBC-Br veio um pouco abaixo da mediana das expectativas coletadas pelo Projeções Broadcast, de avanço de 0,65%. Já na comparação com janeiro de 2023, houve crescimento de 3,45% na série sem ajustes sazonais. Esta série registrou 140,51 pontos em janeiro, o melhor desempenho para o período desde 2014 (142,72 pontos).

Bom começo

O crescimento do IBC-Br corrobora a análise de um bom início de ano, afirma o economista sênior do Banco MUFG Brasil Maurício Nakahodo. "É um bom início, mas ainda não temos confiança de que irá manter o ritmo. Há incertezas em torno de fatores que dão suporte para o crescimento do consumo e sobre como o ambiente de investimentos irá se desenvolver."

O chefe de pesquisa macroeconômica da Kínitro Capital, João Savignon, frisa que o dado de janeiro veio em linha com o esperado, e com bons resultados do mercado de trabalho, das vendas do comércio e do volume de serviços. Para o economista da XP Investimentos Rodolfo Margato, "deve ser um primeiro trimestre positivo".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Com Agência Estado)

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