O negócio pode chegar a US$ 500 milhões (o equivalente a R$ 2,7 bilhões), segundo a própria Anglo American anunciou quando acertou a venda total de suas operações.
"O processo de venda foi competitivo e recebemos propostas de diversas empresas globais. Após uma análise criteriosa de todas as ofertas recebidas, a decisão de vender para a MMG foi baseada na qualidade geral da proposta, incluindo o valor ofertado em dinheiro, as garantias apresentadas, o histórico operacional e a capacidade de gestão de longo prazo", disse a empresa, em comunicado.
O conglomerado britânico sustentou ainda que a MMG é uma empresa de capital aberto, com valor de mercado de aproximadamente US$ 4,7 bilhões e "reconhecida como uma operadora segura e responsável, com capacidade financeira e técnica para operar as unidades de produção e desenvolver os projetos".
Em 2024, a Anglo American decidiu abrir mão de seu portfólio de níquel no Brasil, que inclui duas unidades de produção - Barro Alto e Codemin (localizados em Goiás) - e dois projetos a serem desenvolvidos - Jacaré e Morro Sem Boné (localizados no Pará e Mato Grosso, respectivamente).
O negócio preocupa o setor privado minerador dos Estados Unidos. Como mostrou o Estadão, o Instituto Americano de Ferro e Aço (AISI) pediu intermediação do governo Donald Trump com o governo brasileiro na negociação privada do setor de mineração.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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