Quarta-feira, 15 de Abril de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Cidades Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 13:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 13h:30 - A | A

INDISCIPLINA E AGRESSÕES

Violência vira cotidiano em escola de Cuiabá: “não respeitam mais ninguém”

Brigas entre alunos e denúncias de agressões contra docentes expõem clima de insegurança na Escola Estadual Doutor Estevão Alves Corrêa

DA REDAÇÃO

A Escola Estadual Doutor Estevão Alves Corrêa, localizada no bairro Tijucal, em Cuiabá, tem enfrentado uma série de episódios de violência que vêm preocupando professores, funcionários e parte da comunidade escolar.

Relatos apontam que situações de indisciplina se tornaram frequentes, incluindo brigas entre estudantes, desrespeito a docentes e agressões físicas contra servidores. “Os alunos não respeitam mais ninguém”, afirmou um denunciante.

Na última sexta-feira (10), uma briga entre duas adolescentes provocou tumulto dentro da unidade. A confusão começou no banheiro e se espalhou pelo pátio, onde dezenas de alunos cercaram as jovens e incentivaram o confronto.

Vídeos mostram as estudantes, com idade entre 13 e 15 anos, trocando agressões enquanto servidores tentavam intervir. Professores, auxiliares de alunos PCDs e até um secretário escolar participaram da tentativa de conter a situação, mas encontraram dificuldades diante da multidão.

Um policial chegou a intervir, mas não conseguiu controlar o conflito de imediato. A Polícia Militar foi acionada e, segundo relatos, demorou a chegar. A presença de pais na escola durante o episódio aumentou ainda mais a tensão.

Ao menos três professores teriam sido agredidos com tapas durante o tumulto. A ausência de agentes de pátio também foi apontada como fator que contribui para a falta de disciplina. “O diretor e outros funcionários tentam melhorar, mas em vão”, lamentou o denunciante.

Outros episódios semelhantes já foram registrados neste ano, incluindo um caso em que uma funcionária foi agredida ao tentar separar estudantes. Diante da repetição dos conflitos, a escola estaria em processo de transformação em unidade cívico-militar, medida defendida por parte da sociedade como alternativa para reforçar a disciplina e aumentar a segurança.

*Com informações de Fred Morais do site Gazeta Digital

CONFIRA:

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros