Começou nesta sexta-feira (7) e continua até a próxima semana, a Operação Saturação desencadeada pela Polícia Militar (PM) através do Comando Regional I. Serão designados 150 policiais por turno para atuar em blitzs, abordagens e rondas efetivas na área central de Cuiabá.
De antemão, o comandante da capital, Coronel PM Jadir Metello da Costa, garante que essa operação não tem nada a ver com o que circula em mensagens encaminhadas via Whatsapp sobre um suposto ataque do PCC na capital.
“Uma operação não é formalizada do dia para a noite. Nós não estamos fazendo isso porque alguém agiu de má fé e está dizendo que vai ter ataque em Cuiabá. Nós fazemos isso para oprimir o tráfico de drogas e diminuir o número de homicídios culminados de alguma discussão proveniente de ingestão de álcool ou droga”.
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O comandante das forças operacionais, capitão Otomar Oliveira também descarta ataque do PCC em Cuiabá, porém reforça que se precisar, a PM estará pronta. "Não desencadeamos a Operação Saturação por conta de uma coisa que saiu ontem. Estamos com isso montado há tempos. Não acreditamos que isso irá acontecer, mas se por algum acaso tiver algo de anormal na cidade, estaremos prontos para acabar com quem quer tirar a paz do cidadão", garantiu Otomar.
Todos os cinco batalhões da capital se concentraram na Praça Alencastro nesta tarde e juntamente com as forças especiais, incluindo Rotam, Cavalaria e policiamento ciclístico receberem as ordens de atuação nos pontos mais críticos de Cuiabá.
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Um deles é entre a Avenida Mato Grosso e Historiador Rubens de Mendonça. Um posto de combustível daquela região reúne diversos motoristas que fazem uso de bebida alcoólica e saem pilotando suas motos ou dirigindo. Vários acidentes já foram registrados nas imediações e existe até uma procuração contra o funcionamento do estabelecimento.
“Já temos uma demanda para aquela região e estamos atuando nos horários de picos, ou seja, madrugada. Com o desencadeamento da operação temos mais efetivo e vamos montar plantão. Se beber e dirigir enquanto nós estivermos ali serão todos levados ao Cisc”, afirmou o comandante do 1º Batalhão, tenente coronel Ibanez.
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