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Cidades Sábado, 11 de Abril de 2026, 16:12 - A | A

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ANTICORPO NIRSEVIMABE

Mato Grosso distribui doses de novo medicamento contra bronquiolite para recém-nascidos

O imunobiológico nirsevimabe oferece proteção imediata contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR); doses estão disponíveis para bebês nascidos com até 36 semanas em maternidades do estado

BIANCA MORTELARO
Da redação

Bebês prematuros nascidos em Mato Grosso passaram a contar com uma nova estratégia de proteção contra doenças respiratórias graves. A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso iniciou a distribuição de 726 doses do imunobiológico nirsevimabe para 29 maternidades e hospitais do Estado, voltado à prevenção de infecções causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório, principal responsável por casos de bronquiolite em recém-nascidos.

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A aplicação do medicamento é feita ainda nas unidades de saúde, logo após o nascimento, em bebês com até 36 semanas e 6 dias de gestação. A medida busca reduzir internações e complicações clínicas em um público considerado mais vulnerável a quadros respiratórios.

Na rede estadual, três unidades atuam como referência para a aplicação: o Hospital Regional de Colíder, o Hospital Regional de Cáceres e o Hospital Regional de Sorriso. Nessas unidades, as primeiras doses já começaram a ser aplicadas, somando atendimentos a bebês prematuros de diferentes regiões.

O nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que oferece proteção imediata contra o vírus após a aplicação, diferentemente das vacinas tradicionais. O medicamento foi adquirido pelo Ministério da Saúde e é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A distribuição das doses foi planejada com base na estimativa de nascidos vivos prematuros em cada região, além das unidades públicas, hospitais privados podem acionar a vigilância municipal para garantir a aplicação em bebês elegíveis.

A estratégia deve ser ampliada em uma segunda etapa para atender também crianças de até dois anos com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou condições genéticas, que aumentam o risco de complicações respiratórias.

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